Uma das minhas grandes expectativas para o D&D 4e está nas raças de personagens. Na 3ª edição, a raça tinha importância na construção do personagem (principalmente no 1° nível), mas após isto ela tornava-se irrelevante perante as habilidades da classe e itens mágicos adquiridos. Realmente não havia muita distinção entre um guerreiro anão e outro meio-orc no 10° ou 20° nível.
Mas isto está para acabar. Os desenvolvedores do D&D 4e definiram que a classe faz parte da evolução do personagem de forma que, em certos níveis, o guerreiro anão receberá bônus no atributo de Constituição ou nas suas habilidades raciais, muito semelhante as classes Paragon do Unearthed Arcana ou nas subistituições dos Races of…, livros que não chegaram a ser traduzidos para o português.
Outra vantagem deste sistema é eliminar os ajustes de nível, visto que as habilidades raciais serão adquiridas em níveis mais avançados, um personagem elfo negro poderá ingressar um grupo de 1° nível sem penalidades de experiência.
Uma das grandes dificuldades que encontro, por exemplo, é distinguir dois guerreiros humanos em nosso grupo que são um tanto parecidos, a não ser por um talento selecionado (Iniciativa Aprimorada contra Focus em Arma). Esta tarefa ficará a cargo dos talentos e itens mágicos adquiridos em níveis futuros.
Nesta nova edição não somente a raça, mas todos os elementos de escolha do jogador para o personagem parecem afetar a sua carreira heróica. Estou ansioso por testar as diferenças do D&D 4e na mesa de jogo.

[...] as habilidades raciais são agora parte da evolução do personagem [...]
Ao contrário do que eu mencionei, as raças não terão uma importância tão grande sobre a evolução dos personagens no D&D 4e [...]
[...] termos de regras, como eu já havia citado num post anterior, as habilidades raciais são agora parte da evolução do personagem, o que permite ao jogador [...]