
Capa do Poder Marcial (versão brasileira)
Se você é um guerreiro, ladino, patrulheiro, ou senhor da guerra, este livro será um adendo e tanto para seu personagem. Enquanto as novas estruturas de classe para ladino e patrulheiro adicionam umas novas, mas interesantes características e uma pitada tempero à classe, as novas opções para o senhor da guerra realmente mudarão sua maneira de ver a classe. Bravura Presence torna o personagem totalmente independente de seus atributos secundários (ótimo para aqueles grupos com poucos e restritos atributos), enquanto a Resourceful Presence baseia-se em ambos (para personagens semideuses).
Para os adeptos do combate corpo-a-corpo teremos duas novas estruturas para o guerreiro: o Guerreiro de Duas Armas é interessante, mas esta opção deveria ser deixada exclusivamente para o patrulheiro. No entanto, com um pouco de planejamento você consegue construir um guerreiro de duas armas que supera o dano causado pelo patrulheiro. Obviamente uma errata posterior equilibrou este fator, mas o two-weapon é um modelo de guerreiro muito mais voltado a agressividade.
O Battlerager é, sem dúvida um dos melhores conceitos que eu já vi, tanto que duas das mesas que participam possui um destes. Ele acumula pontos de vida temporários a cada ataque recebido, tornando-o praticamente imortal. O mestre terá um bocado de trabalho para fornecer um desafio de combate à altura deste guerreiro. Como no guerreiro de duas armas, esta estrutura teve esta característica revista numa errata posterior e agora o Battlerager terá que realizar ataques (e não sofrê-los) para ganhar os pontos de vida extras.
O capítulo de talentos é com certeza o mais esperado; pois a maioria deles são melhores do que aqueles no Livro do Jogador, embora estejam ainda muito bem equilibrados. Alguns dos talentos precisaram de erratas e revisões (e alguns ainda precisam) mas não influenciam largamente no jogo. Espero que todas as erratas estejam já incluídas na versão traduzida pela Devir a ser lançada no próximo mês. A meu ver, esta é a grande vantagem da se ter a versão nacional dos livros.
Não vou citar aqui todos os Caminhos Exemplares e Destinos Épicos, mas existem muitas combinações interessantes a serem descobertas, embora nenhum dos épicos pareça supere o Semi-deus no Livro do Jogador.
Baseado na resenha de Whitebaron

Será que o Battlerager já vai vir com a errata? Se vier, vai ser uma excelente notícia!
Não sei precisar esta informação, Anand. Até onde sei, a tradução já está concluída, mas o livro ainda não está na gráfica. Portanto deve estar em fase de revisão e isto talvez estimule a Devir a incluir as erratas.
Façamos um movimento pró-erratas!
O movimento pró-erratas já tem meu voto. Boa prévia, espero ansioso por uma análise completa quando o livro sair.
Bom, então vamos enviar e-mails para a Devir questionando sobre as erratas
Não creio que um Bravura warlord seja independente de atributo secundários. Acho que a build minimiza a necessidade de valores altíssimos (tidos como secudários-primários), tais como no Tactical e Inspiring warlords. Mas não os deixa independentes.
Tb penso que o Fighter Tempest não supere o Ranger em dano (mesmo pensando no antigo Dual Strike). Stormwind e Rangers/Pit Fighters ainda são alguns dos reis de DPR. Talvez isso seja verdade comparando com o warlock, mas depende das opções (hexhammer FTW!)
Sobre os ED. Demigod é bom bagarai mesmo. Mas, vai muito mais do que você quer. Eu próprio, jogando com um dragonborn warlord (bravura), estou seriamente considerando o Warmaster como ED, ao invès de Demigod. Martial Archetype tb é um bom ED, além de Undying Warrior e Eternal Defender.
Por fim, endosso a campanha pró-errata. Seria uma mão na roda ela já estar incluída na versão nacional do Martial Power (e não ia deixar gente órfã do antigo Guileful Switch, como eu ¬¬)
Meu ladino usa o two-weapon com adagas e até que dá um dano legal, Véxo ele também precisa de uma proficêncial para usá-lo(ponto de interrogação que esse teclado estranhamente não possui)