Antes de qualquer coisa, desculpas por estar afastado, estou um pouco ocupado com as tarefas acadêmicas, e isso está removendo muito do meu tempo. Mas mesmo assim algo me chamou a atenção.
Uma postagem no Paragons, com um título simples, eu inclusive pensei que fosse mais do mesmo, mas é diferente, algo novo, a postagem era “Como o RPG salvou minha vida“. Após eu ler toda a matéria eu decidi que ainda não era o bastante e fui a fonte disso, o próprio blog do escritor e lí mais uma vez o texto somente para ter certeza que iria falar o correto.
E então me recordei de um fato, no mínimo interessante.
Apenas a “disposição” para jogar algo novo muda completamente toda a visão de uma pessoa, querer jogar e então realizar o feito de jogar é uma questão de mais que gosto, é uma questão de “querer”.
Comigo, no ultimo Game Day aconteceu o total extremo oposto, onde os jogadores foram forçados a ir jogar e não “queriam” o jogo, estavam apenas matando tempo e ganhando suas devidas vidas, cumprindo suas com a sociedade.
O que me leva a seguinte pergunta: “O que traz um jogador para uma mesa de RPG?”

Motivação é a força de qualquer humano, parece coisa de “anime”, mas é verdade, casos como mendigos que entrarem ne faculdade porque tiveram motivação de ler, forma-se em supletivo e seguir uma carreira acadêmica.
Minha motivação de jogar D&D 4e com meu Senhor da Guerra foi inspirado no Griffith de Berserk, pois é um personagem muito… *%$$)*$… que consegue manipular um bando em prol de seu sonho.