Histórico da tag ‘Marcial’

Prévias do Poder Marcial

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Se vale a pena traduzir, vale a pena publicar! Esta foi a regra do Tomo 4ᵉ durante muitos meses e há pouco, por uma solicitação da Devir Livraria cessamos com nossas traduções amadoras.

E por que? – perguntam alguns. Bem, se a própria Devir vai publicar as prévias, só temos que aguardar e fazer os links para o conteúdo oficial. Dessa forma, seguem abaixo as três primeiras prévias do livro Poder Marcial, com novos aspectos para as classes Guerreiro, Ladino e Patrulheiro:

Mestre de Armas de Haste
Em sua forma mais simples, uma arma de haste é uma lança longa – uma lâmina curta no final de uma grande haste. Sua vantagem inata faz com que ela seja efetiva mesmo em mãos destreinadas. Nas mãos de um mestre, sua letalidade é incomparável.
Tiefling Espreitador Infernal
Poderes sobrenaturais vêm naturalmente para um tiefling. Sua ligação de sangue com a história sombria dos diabos deixa claro os motivos para isso.
Atirador Certeiro
Diferentes de outros arqueiros, o propósito do atirador certeiro é tornar-se lendário por sua precisão e perícia, assim como pelo número e tipo de oponentes derrotados.

Poderes Diários, Quem precisa deles?

quinta-feira, 26 de março de 2009

Voltando a programação normal do Tomo4ᵉ após a ressaca do D&D Game Day, eu gostaria de apresentar uma regra caseira para uma reclamação constante de alguns jogadores da edição anterior: eles acham inverossímil personagens como o Guerreiro ou o Ladino possuírem proezas que possam ser usadas somente uma vez ao dia.

Apesar de considerar os poderes diários como parte do sistema atual de jogo, meu lado GURPS concorda com a afirmação destes jogadores e me fez pensar numa alternativa bastante interessante para jogos que exijam uma abordagem “um pouco” mais realista (eu diria cinematográfica).

1. Argumento

Este sistema serve muito bem para personagens marciais (especialmente após o lançamento do Martial Power): seus poderes por encontro podem ser tomados como golpes muito poderosos, que exigem concentração, foco e energia; e por seus poderes utilitários que apresentam opções muito interessantes para os personagens fora de combate (o ladino que o diga).

2. Regra 1: Poderes por Encontro

Os personagens marciais passam a ter usos de seus poderes de encontro; no primeiro nível ele possui somente 1 (um) uso, no 3° nível ele aquire seu segundo uso, no 7° seu terceiro e finalmente no 11° nível seu quarto uso por encontro.

O personagem não precisa escolher um poder diferente para cada uso, ou seja, um guerreiro de 7° nível poderia usar seu poder Griffon’s Wrath (ataque de guerreiro 7) três vezes durante o mesmo encontro, desta forma exaurindo todos os usos de poderes por encontro que possua. Não é possível, no entanto, usar o mesmo poder de ataque duas vezes no mesmo turno.

Esta regra tem o intuito de equilibrar os personagens marciais frente aos divinos e arcanos, que continuariam tendo seus impressionantes poderes diários.

3. Regra 2: Poderes Diários

O personagem marcial não possui mais poderes diários. Ao invés disto, a cada nível que deva receber um poder diário, ele adquire um Poder Utilitário (por encontro ou sem limite) de nível imediatamente acima.

Dessa forma um ladino de 1° nível já teria acesso ao poder Fleeting Ghost (utilitário de ladino 2) e no 2° nível poderia aprender também Quick Fingers (outro utilitário de ladino 2) tornando-o um personagem muito mais versátil fora de combate e promovendo aventuras muito mais cinematográficas.

4. Conclusão e Testes

Apesar de parecer bastante vantajosa em alguns aspectos, acredito que as duas regras estão bastante balenceadas; e permitem sobretudo a criação de campanhas exclusivas para personagens marciais.

Ainda não tive a chance de testá-las em mesa, mas pretendo fazer isto logo e assim apresentar a opinião do mestre e jogadores a respeito desta adaptação.

Monge, o controlador marcial?

domingo, 30 de novembro de 2008

Olá,

Vejo em muitos locais pessoas falando a respeito de como pode ser “estranho” um controlador marcial.

Até o momento, o que temos confirmado é que o Mago (Wizard) é um controlador arcano, e o Feiticeiro (Sorcerer) é um segundo controlador arcano, estes são confirmados; ainda temos o Druida (Druid) que não é confirmado, mas ainda existe a possibilidade de ser um controlador, e um Telepata (usando poderes “psionicos“) para um possível controlador.

A função do controlador é muito singular, ele é o personagem que irá controlar os inimigos e o campo de batalha (como já discuti isso em um tópico anterior) de certa forma, então pergunto: “O que tem de estranho em um personagem usar poderes marciais para controlar o campo de batalha e os inimigos?”

Sinceramente, não vejo problemas em um personagem usar uma rajada de flechas e deixar uma área como terreno difícil, ou então usar sua força e socar o solo deixando todos os inimigos adjacentes atordoados, também não vejo problemas em um personagem lançar uma adaga nas pernas de um alvo o deixando “Slow“.

Ainda temos as capacidades de movimento, como poder saltar de um lado a outro do campo de batalha, ou mesmo usar a cabeça dos inimigos para “caminhar sobre eles” causando dano em todos os inimigos em uma certa área.

Todos os exemplos que citei acima podem facilmente ser interpretados como um controlador, mudando o campo de batalha a favor do grupo, e deixando os inimigos mais fracos, e usando a força “marcial“.

O monge, pode SIM ser um controlador marcial, ou controlador de ki, facilmente podemos imaginar um monge usando sua força marcial/ki e fazendo uma rajada de “vácuo” que empurra os inimigos. Ou mesmo usando a pressão do ar para causar dano a inimigos a longa distância. Ou então pular para um lado mais distante, e ver um monge usando adagas como no filme “Clã das Adagas Voadoras”, onde adagas tinham quase que vida própria, e isso que não comentei a respeito de “Dragon Ball Z“, que fez sua própria geração e mudou o conceito de lutas!

É por esses e outros motivos que tenho certeza que um controlador marcial não tem nenhum problema, e ainda acho muito “estilo” nesses personagens, mesmo que não seja uma imagem completamente “medieval” mas de fato é uma coisa de “estilo” para “estilo” de jogo.

Bem, é essa minha visão a respeito.

Cya