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Mais sobre o Poder Marcial

terça-feira, 29 de setembro de 2009
Capa do Poder Marcial

Capa do Poder Marcial (versão brasileira)

Se você é um guerreiro, ladino, patrulheiro, ou senhor da guerra, este livro será um adendo e tanto para seu personagem. Enquanto as novas estruturas de classe para ladino e patrulheiro adicionam umas novas, mas interesantes características e uma pitada tempero à classe, as novas opções para o senhor da guerra realmente mudarão sua maneira de ver a classe. Bravura Presence torna o personagem totalmente independente de seus atributos secundários (ótimo para aqueles grupos com poucos e restritos atributos), enquanto a Resourceful Presence baseia-se em ambos (para personagens semideuses).

Para os adeptos do combate corpo-a-corpo teremos duas novas estruturas para o guerreiro: o Guerreiro de Duas Armas é interessante, mas esta opção deveria ser deixada exclusivamente para o patrulheiro. No entanto, com um pouco de planejamento você consegue construir um guerreiro de duas armas que supera o dano causado pelo patrulheiro. Obviamente uma errata posterior equilibrou este fator, mas o two-weapon é um modelo de guerreiro muito mais voltado a agressividade.

O Battlerager é, sem dúvida um dos melhores conceitos que eu já vi, tanto que duas das mesas que participam possui um destes. Ele acumula pontos de vida temporários a cada ataque recebido, tornando-o praticamente imortal. O mestre terá um bocado de trabalho para fornecer um desafio de combate à altura deste guerreiro. Como no guerreiro de duas armas, esta estrutura teve esta característica revista numa errata posterior e agora o Battlerager terá que realizar ataques (e não sofrê-los) para ganhar os pontos de vida extras.

O capítulo de talentos é com certeza o mais esperado; pois a maioria deles são melhores do que aqueles no Livro do Jogador, embora estejam ainda muito bem equilibrados. Alguns dos talentos precisaram de erratas e revisões (e alguns ainda precisam) mas não influenciam largamente no jogo. Espero que todas as erratas estejam já incluídas na versão traduzida pela Devir a ser lançada no próximo mês. A meu ver, esta é a grande vantagem da se ter a versão nacional dos livros.

Não vou citar aqui todos os Caminhos Exemplares e Destinos Épicos, mas existem muitas combinações interessantes a serem descobertas, embora nenhum dos épicos pareça supere o Semi-deus no Livro do Jogador.

Baseado na resenha de Whitebaron

Monge, o controlador marcial?

domingo, 30 de novembro de 2008

Olá,

Vejo em muitos locais pessoas falando a respeito de como pode ser “estranho” um controlador marcial.

Até o momento, o que temos confirmado é que o Mago (Wizard) é um controlador arcano, e o Feiticeiro (Sorcerer) é um segundo controlador arcano, estes são confirmados; ainda temos o Druida (Druid) que não é confirmado, mas ainda existe a possibilidade de ser um controlador, e um Telepata (usando poderes “psionicos“) para um possível controlador.

A função do controlador é muito singular, ele é o personagem que irá controlar os inimigos e o campo de batalha (como já discuti isso em um tópico anterior) de certa forma, então pergunto: “O que tem de estranho em um personagem usar poderes marciais para controlar o campo de batalha e os inimigos?”

Sinceramente, não vejo problemas em um personagem usar uma rajada de flechas e deixar uma área como terreno difícil, ou então usar sua força e socar o solo deixando todos os inimigos adjacentes atordoados, também não vejo problemas em um personagem lançar uma adaga nas pernas de um alvo o deixando “Slow“.

Ainda temos as capacidades de movimento, como poder saltar de um lado a outro do campo de batalha, ou mesmo usar a cabeça dos inimigos para “caminhar sobre eles” causando dano em todos os inimigos em uma certa área.

Todos os exemplos que citei acima podem facilmente ser interpretados como um controlador, mudando o campo de batalha a favor do grupo, e deixando os inimigos mais fracos, e usando a força “marcial“.

O monge, pode SIM ser um controlador marcial, ou controlador de ki, facilmente podemos imaginar um monge usando sua força marcial/ki e fazendo uma rajada de “vácuo” que empurra os inimigos. Ou mesmo usando a pressão do ar para causar dano a inimigos a longa distância. Ou então pular para um lado mais distante, e ver um monge usando adagas como no filme “Clã das Adagas Voadoras”, onde adagas tinham quase que vida própria, e isso que não comentei a respeito de “Dragon Ball Z“, que fez sua própria geração e mudou o conceito de lutas!

É por esses e outros motivos que tenho certeza que um controlador marcial não tem nenhum problema, e ainda acho muito “estilo” nesses personagens, mesmo que não seja uma imagem completamente “medieval” mas de fato é uma coisa de “estilo” para “estilo” de jogo.

Bem, é essa minha visão a respeito.

Cya