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Conceitos: Missões

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Bem,

Mais um tópico de Conceitos e com o tema Missões, já tem algum tempo que não escrevo sobre esses tópicos, e como alguns amigos têm perguntado algumas coisas sobre missões, e como organizá-las.

Primeiramente precisamos saber qual o sentido de uma missão.
Basicamente é uma forma de recompensar os jogadores por completarem um objetivo imposto pelo mestre. Isso pode ser feito de várias formas, é uma mecânica simples o suficiente para poder ser usada sempre que possível.

Existem dois tipos de missões, as Missões Principais e as Missões Secundárias.

As Missões Principais refletem o objetivo principal da aventura, ou a conclusão de um capítulo importante em uma campanha, em outras palavras, a missão principal é o motivo pelo qual todos os integrantes do grupo decidem se aventurar, e quando completam um grande objetivo desses é completado, eles devem ser recompensados, certo? Para isso existem as missões principais.

As Missões Secundárias, em contra partida refletem objetivos menores, e mais voltados a detalhes menores de uma missão principal. Além disso, missões secundárias podem estar ligados a um personagem em questão, ser um objetivo que ficou aberto em uma missão principal. Ou mesmo pode ser o elo que irá iniciar a próxima missão.

Além disso, todas as missões possuem um nível. Esse nível representa uma média de todos os encontros que foram feitos para completar a aventura em questão. O nível é usado para calcular a quantidade de experiência que os personagens irão receber como recompensa por completar a missão.

O detalhe agora fica pelo seguinte: Ao completar uma missão principal, todos os personagens recebem uma quantidade de experiência igual a ter derrotado um monstro do mesmo nível da missão. Enquanto uma missão secundária apenas acrescenta uma quantidade de experiência igual a de ter derrotado um monstro do mesmo nível da missão para ser destruído entre todos os personagens.

Como podem ver é bem simples.

Espero que tenham compreendido essa explicação superficial sobre missões, e até a próxima.

Cya

Onde fica o menu de Quests?

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Planejando a Próxima Aventura

Bem,

Irei dar uma completada no Post do Jefferson que fala a respeito de niveis.

Primeiro vamos ao que realmente é importante:

  • A cada 10 encontros em média um personagem avança um nível;
  • Um encontro é composto por um desafio a ser superado, seja ele por combate ou por pericia;
  • Missões (Quests) também contam como encontros, a medida que um desafio é completo;

Então, agora que sabemos o que realmente importa, vamos a minha opnião a respeito:

  • 10 encontros hein?… Perfeito, nada de 13,3333 encontros para fazer um nível (odeio numeros quebrados);
  • Desafio de perícia? Perfeito, agora não tem mais do que reclamar os jogadores de outros sistemas que D&D é voltado apenas para o combate (certo que D&D é classificado como um RPG competitivo baseado em combates e comquistas, de acordo com uma pesquisa americana que nao me recordo o nome agora);
  • Missões (Quests) foram implementadas, então finalmente chegamos no ponto que quero falar a respeito.

Quests, as missões de RPG sempre foram bem claras, todo jogo de RPG seja em qualquer sistema, tem suas “quests” para serem feitas, sejam elas relativas ou não com o personagem que esta jogando.

Afinal “derrotar aquele dragão malvado” é uma quest, assim como “recuperar o cálice sagrado” também é uma quest, o que acotneceu então? Isso foi coloca em regras, para ser uma “espécie” de XP por interpretar.

Mais então porque não colocar o proprio XP por interpretação? Vide outos sistemas como Storyteller, Gurps e Hero System? Simples, RPG ainda é diversão, enquanto houver diversão o RPG será proveitoso, e convenhamos que dizer a um jogador: “Você não interpreta legal” é um pé no saco. RPG é uma coisa para horas vagas, divertimento de final de semana. Umas pessoas tomam uma cerveja e comem amendoin enquanto jogam dominó, outros jogam sinuca e tomam vodka, e nós jogamos RPG e bebemos coca-cola. Essa é a realidade.

Então dizer para um jogador: “Você interpreta mal” é completamente ERRADO, além de desistimular que o jogador faça um bom jogo, deixa um “clima” pesado na mesa, então é prefirivel dar XP de outras formas que não seja por puro Roleplay. Claro que o conceito de “quests” não surgiram do nada.

Deixa eu refrescar a memoria de todos com um pouco de passado:

  • D&D: XP apenas por matar monstros, e um monte de House Rules para XP por interpretação (se bem que era bem Tactics a coisa).
  • AD&D: Mesmo coisa que acima.
  • AD&D 2e.: “Micro XP” como o proprio Gary falou, XP por qualquer coisa, como conversar com o taverneiro (10XP), entrar na casa do Rei (15XP), pegar as moedas roubadas (25XP) e assim por diante, no final tinha uma conta muito grande pequenas coisas.
  • D&D 3e.: XP por encontros, não esqueça que existiam regras para encontros que não fossem combate, mas eram tão complicados de se calcular que era preferivel fazer uma coisa mais por cima que entregar 217,38 de XP para um jogador.
  • D&D 3.5e.: Idem ao de cima.
  • D&D 4: Quests.

Então o caminho foi bem longo para chegar ao denominador comum o que são as Quests, por isso façam bom uso dela, que ficou BEM simples e bem práticas, basta você dar XP de uma quest de acordo com o nível dela, no caso de uma aventura para personagens de 1° nível, XP de 1° nível (100), no caso de uma aventura de nível 5, XP para de 5° nível (200), isso para cada membro do grupo, ou seja ficou bem prático. Não esqueça que pode deixar uma parcela do tesouro junto com a Quest.

Dessa maneira além de fazer o trabalho do mestre mais prático e lógico, evita aquele monte de números quebrados que sempre deixam o jogo lento. Ou seja somente melhorou o trabaho.

Bem, agora fica uma pergunta minha aqui: O que acharam do sistema de Quests e minor Quests? Vão usar?

Cya