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"Grrr! I’m a Monster"

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Bem,

Para quem acompanha o site da Wizards, já sabe do que estou falando, e irei me aprofundar um pouco mais nesse tópico. Para muitos que não tem o total domínio do idioma inglês, aqui tem um link para o vídeo com legenda.

Após pensar, e repensar a respeito, cheguei na seguinte conclusão: “Existe a necessidade de mudança“. A inclusão de raças fantasiosas novas foi o primeiro ponto. E não me digam que esse ponto não foi abordado antes, pois na edição anterior já tinhamos a raça “monstruosa” de meio-orc. Que para muitos foi um choque, e para outros foi uma surpresa.

Então, porque tanta briga pela inclusão dos Tiefling? E porque tantas brigas por causa do Dragonborn?

Na realidade essas novidades me foram de muito agrado, finalmente posso incluir novos ideais, novos pontos e novas quests para os jogadores. Esse é o ponto que quero chegar, e que muito foi abordado pelo vídeo, apesar de ser abordado de forma cômica.

Sejamos francos, quais jogadores REALMENTE usavam Gnomos, eu pessoalmente usei algumas vezes, mas em geral para personagens secundários, afinal o Gnomo tem uma melhor utilização como um NPC, essa é a realidade. (Me desculpem aos fãs de carteirinha dos Gnomos).

Para mim ter um “meio-demônio” ao lado de um “meio-dragão” indo na direção da torre do “Warforged” mago de cinco séculos de idade, é uma fantasia, e não é tão distante assim de ter um “elfo” caminhando lado a lado com um “Anão” indo na direção da torre do “Lich” de cinco séculos de idade.

Então, essa chegamos ao ponto chave da questão, “O quão fantasiosa é sua realidade?

Hells Angels

sábado, 2 de fevereiro de 2008

TieflingSe existe uma criatura de D&D que eu respeito por sua popularidade são os Tieflings. Explico: quando surgiram no 2ª edição, faziam parte do cenário de campanha do Planescape; na 3ª edição foram promovidos ao livro dos monstros; e finalmente no D&D 4e os tiefling se tornaram uma raça para personagens jogadores.

Mas isto não foi feito de maneira limpa, pode crer que não. Para reservarem um lugar no Livro do Jogador, os tieflings tiveram que passar a perna nos gnomos, que foram realocados para o Livro dos Monstros. Interessante que a própria equipe do D&D tira sarro com isto: vale conferir a animação do Adam Philips, para quem manja um pouco de inglês.

Pouco se sabe ainda sobre suas características raciais, mas é de se supor que possuam bônus em Destreza e algum tipo de manifestação mágica (ouvi falar de um tal de Infernal Wrath). Muito é explicado sobre a origem e aparência deles no Wizards presents Races and Classes, um livro que com certeza nao virá ao Brasil, mas eu posso adiantar algumas coisas:

Eles realmente possuirão chifres, cauda e uma aparência demoníaca, apesar disto, sua relação com os verdadeiros demônios foi rompida a muito tempo. Fazem parte (junto aos drows e meio-orcs), os bad boys do D&D 4e, embora isto não limite a tendência/alinhamento do personagem, mas refletirá na aparência e progressão de níveis.

James Wyatt, líder da equipe de desenvolvimento do D&D 4e comparou-os a motoqueiros alucinados com roupas de couro e repletos de rebeldia. Como isso se encaixa em fantasia medieval? Só vendo para crer.